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sexta-feira, 29 de maio de 2015

Eu acho que sou um gatinho....

Esse cachorrinho que deve ganhar o título de menor do mundo, pensa que é um gato. Tudo porque era muito pequeno e sua dona ficou com medo de ele ser massacrado pelos outros cães da casa e o criou junto com um gato - daí ele brinca com os brinquedos do gato, come ração dele e age como um.





Isso me lembra uma TED Talk de uma escritora africana sobre o perigo de uma história única. Quando a gente só tem acesso a um lado da história, a gente acaba podendo não ter acesso à verdade. O que pode interessar os que estão no poder... Portanto, é fundamental ter empatia e pensamento crítico, para se ouvir todos os lados da história antes de ter juízo de valor. Isso pode
evitar muitos mal-entendidos...  Segue o link do TED: http://www.ted.com/talks/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story?language=pt-br  

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Exemplo de amizade

Atenção e afeto no lugar de ataque e agressão. Eventualmente deparamo-nos com matérias que nos mostram ações de animais que cuidam de outros de outras raças, que são tão surpreendentes e emocionantes que, por isso, ganham destaque.

Dessa vez foi a de uma cadelinha que adotou um gatinho que sofre de paralisia. A cadelinha cuida do bichano com tal carinho que é realmente de se emocionar. Oxalá que vivêssemos em um mundo no qual isso não precisasse ser destaque jornalístico e que essas atitudes não fossem restritas aos animais.

Veja a notícia completa.


domingo, 8 de dezembro de 2013

Os amigos colombianos trabalhadores

Segundo matéria da revista Exame, enquanto a taxa de desemprego dos humanos é de 7,8% na Colômbia, a dos cachorros é nula. Tamanha é a capacidade para trabalhar e a atenção dedicada aos bichos que, em 1994, o governo criou a Superintendência de Vigilância e Segurança Privada (SuperVigilancia), entidade encarregada do controle às instituições que oferecem o serviço dos caninos.

Desde o início de seu funcionamento, o órgão controla o tempo total de trabalho dos animais, que segundo vários decretos não devem superar seis horas de trabalho com revezamentos constantes a cada 120 minutos.

Além disso, foi estipulado 'expressamente' que o pagamento dos animais seja realizado com 'brinquedos, ossos, ou artigos comestíveis' de seu agrado.

Também foi regulamentado que a 'idade para aposentadoria' destes animais não supere os sete anos de idade para a inveja dos colombianos. No país, a idade mínima para solicitar a aposentadoria é de 60 anos para os homens e 55, para as mulheres, o equivalente a 15 a mais do que a dos cachorros.

O poderoso olfato destes animais, aliado a sua alta capacidade de adaptação e aprendizagem, atraiu várias empresas, bancos e comércios alimentado uma tendência. De acordo com números do Ministério da Defesa do país, mais de 40 empresas do setor de segurança utilizam esse serviço.